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BritneySpears.com.Br: Rebellion
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Diana

Glamour, Paper e Telegraph repercutem similaridades do episódio de Miley em Black Mirror com o movimento #FreeBritney

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Os artigos explicam o movimento e trazem um resumo do episódio. O da Glamour finaliza dizendo que está feliz que tenha sido lançado agora e que as pessoas comecem a entender como tratamos as popstars atualmente, e que se tudo que o movimento alega for verdade - os jornalistas tem muito medo, sofro -, espera que a B assista isso.

http://www.papermag.com/miley-cyrus-black-mirror-britney-spears-2638714814.amp.html?__twitter_impression=true

https://www.glamour.com/story/black-mirror-season-5-review-miley-cyrus-episode/amp?__twitter_impression=true

https://www.telegraph.co.uk/on-demand/0/black-mirror-rachel-jack-ashley-review-miley-cyrus-shines-prescient/

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O da Glamour cita vários quotes do For the Record que embasam as semelhanças. Pra quem não tá familiarizado com a sinopse do ep:

 

A trama acompanha a garota Rachel (Angourie Rice), que passa por dificuldades em sua casa após a morte de sua mãe, mudança de residência e também intrigas com Jack (Madison Davenport), sua irmã mais velha. Para lidar com tudo isso, ela busca inspiração na diva pop Ashley O (Cyrus), cujas letras falam sobre autoconfiança, esperança e resistência. Após a cantora entrar em um estranho coma, Rachel descobre que sua boneca robótica Ashley Too, inspirada na artista, pode ser um sinal de que as coisas também são complicadas para a sua ídola.

Contado em dois lados distintos que eventualmente se misturam, é um capítulo que explora os métodos abusivos da indústria da música pop, que cria personagens imutáveis com o objetivo de licenciar ao máximo essa imagem artificial - mesmo que contra a vontade ou criatividade do artista, tratado como descartável e facilmente substituível. Ao mesmo tempo, também deixa claro que mesmo uma mensagem fabricada, que não parte de um lugar honesto mas sim comercial, pode ter um efeito altamente positivo na vida dos fãs ajudando-os a navegar por tempos difíceis. Assim, o episódio acerta na conscientização ao apontar um preocupante problema, mas não jogar a culpa gratuitamente no consumidor. — Omelete. 

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